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Mestria na Matéria: Transformando sua Realidade

​O texto desafia a tendência de usar conceitos espirituais como “Eu Sou” ou “não importa” para fugir da realidade física precária, defendendo que a verdadeira mestria deve se manifestar de forma concreta na saúde e na abundância, sem desculpas ou anestésicos emocionais.
fim da espiritualidade    fuga

A palavra-chave para o que a gente tá vivendo agora é Realidade Concreta. Se o seu mundo físico tá desmoronando, não adianta vir com papinho de “paz interior” enquanto o teto cai na sua cabeça. Ou você manda na porra dos seus átomos ou você tá só fingindo que acordou.

​Tá na hora da gente parar com essa palhaçada de separar o espírito da conta bancária. É impressionante como o ser humano adora se esconder atrás de frases bonitinhas pra não ter que encarar o fato de que é um fracassado na matéria. “Ah, mas eu sou luz”. Grande coisa! Se a sua luz não paga o aluguel e não cura a sua gripe, ela é só um fósforo molhado no meio de um furacão. A gente precisa parar de ser mendingo de milagre e começar a ser dono da porra toda.

​A Grande Mentira do “Não Importa”

​Sabe o que realmente acontece quando você diz que a sua realidade não importa? Você tá assinando um atestado de incompetência cósmica. É fácil ficar em posição de lótus filosofando sobre o vazio quando a geladeira tá cheia. Mas experimenta manter essa pose quando a vida começa a te socar o estômago. O ego adora essa saída de emergência espiritual. Ele se sente superior porque “não se abala” com o mundo físico, enquanto o seu corpo e a sua vida estão gritando por socorro.

​A verdade é que importa sim. Se você tá aqui, nesse plano denso, vivendo essa experiência, a matéria é o seu termômetro. Se ela tá uma bosta, é porque você ainda tá operando como um escravo das circunstâncias. O mestre de verdade não foge pro “Eu Sou” abstrato pra se esconder do caos; ele traz o “Eu Sou” pro meio do caos e bota ordem na casa. O resto é só suposição de quem tem medo de agir.

​A gente passa anos ouvindo que o mundo físico é ilusão. Tá, e daí? Mesmo sendo ilusão, é nela que você tá jogando. Se você entra num jogo e diz que as regras não importam, você não é um mestre, você é só o perdedor que desistiu de jogar. A espiritualidade de poltrona criou uma geração de zumbis iluminados que não conseguem manifestar um pão na chapa sem pedir por favor pro universo. Que tipo de divindade é essa que fica de joelhos pra própria criação?

​O Ego Adora uma Desculpa Nobre

​Olha só a lerdeza dessa mente humana. Ela cria todo um sistema de crenças pra justificar a própria falta de poder. “Estou passando por um ciclo de purificação”, diz o sujeito que não tem um tostão no bolso. “Minha doença é um aprendizado cármico”, afirma quem não tem coragem de assumir o comando das próprias células. É de uma arrogância sem tamanho usar o sagrado pra mascarar a preguiça de ser soberano.

​A gente fica esperando que uma energia externa venha resolver o que a gente mesmo bagunçou. Ficamos lá, implorando por uma intervenção divina, quando a única divindade que tem jurisdição na sua vida é você. Mas claro, é muito mais confortável ser a vítima do destino do que o arquiteto do próprio desastre. Ser vítima te dá o direito de reclamar e ganhar carinho dos outros sofredores. Ser mestre te obriga a olhar pro espelho e admitir: “Eu fiz essa bagunça e só eu tiro ela daqui”.

​Tá achando ruim? Tá doendo? Pois que doa até você não aguentar mais. O desconforto é a única coisa que faz o humano se mexer. Enquanto você tiver esse artifício de dizer que “não importa”, você vai continuar estagnado na mesma mediocridade. A gente precisa de um choque de realidade pra entender que a mestria não é um estado de espírito, é um resultado físico. Se não tem pé na terra, é delírio.

​O “Eu Sou” Como Comando, Não Como Consolo

​Vamos falar do tal “Eu Sou”. O pessoal usa isso como se fosse um abraço quentinho. “Eu Sou Deus”, diz o cara enquanto leva um chute da vida. Isso não é comando, é choro disfarçado de mantra. O verdadeiro sentido dessa presença é a imposição da sua vontade sobre a matéria. Não é pra você se sentir melhor enquanto as coisas dão errado; é pra você ditar como as coisas vão ser.

​Se você diz “Eu Sou” e a sua realidade física continua chorando em cima de você, então você não disse nada. Foi só barulho. A consciência soberana não pede licença pra biologia ou pra economia. Ela define a frequência e o resto que se alinhe. Mas pra isso, você tem que parar de tratar o seu lado humano como um coitadinho que precisa de proteção. O seu humano é a sua ferramenta de expressão. Se a ferramenta tá quebrada, o mestre conserta. Ele não fica meditando do lado da ferramenta estragada esperando que ela se cure sozinha por milagre.

​A gente tem essa mania feia de achar que ser espiritualizado é ser passivo. É ser aquele ser zen que aceita tudo com um sorriso idiota no rosto. Isso é lerdeza pura. A consciência crística, ou como você queira chamar esse troço, é uma força de ação. Ela é o fogo que consome a ilusão da limitação. Se você não tá usando esse fogo pra queimar as amarras da pobreza e da doença, você tá só brincando de esoterismo pra passar o tempo.

​A Tirania da Linearidade Humana

​A mente insiste em processar tudo no tempo. “Um dia eu vou melhorar”, “estou em processo”. Que processo, meu filho? O processo é uma invenção do ego pra te manter ocupado enquanto a vida passa. A mestria acontece no agora. Ou você é o mestre da sua saúde agora, ou você é um doente esperando a morte. Não existe meio-termo no reino da soberania.

​A lerdeza humana é fascinante. O cara vê a vida dele desmoronando e a primeira coisa que ele faz é procurar um livro, um curso ou um mestre que diga pra ele ter paciência. Paciência é pra quem não tem poder. Quem tem poder tem pressa de viver a abundância que lhe pertence por direito. A insistência em sofrer na linearidade é o passatempo favorito de quem ainda não entendeu que a porta da gaiola sempre esteve aberta.

​A gente se prende a ganchos emocionais, a traumas de infância, a regressões de vidas passadas… tudo pra não ter que assumir que a bosta atual é fruto da nossa escolha presente de não sermos quem realmente somos. É um vício no sofrimento que beira o ridículo. “Ai, eu sofro porque meu pai não me deu amor”. E daí? O que isso tem a ver com a sua capacidade de criar dinheiro agora? Nada. Mas o ego usa isso pra criar uma história dramática onde você é o protagonista sofredor. É patético.

​Rasgando o Contrato de Escravidão

​Para de usar esses artifícios. Para de dizer “e daí”. Começa a dizer “isso para aqui”. A realidade física é o seu reino. Se o reino tá em guerra e o povo tá passando fome, a culpa é do rei. E o rei é você. Não adianta fugir pro castelo de marfim da espiritualidade e fingir que as fronteiras não estão sendo invadidas.

​A gente precisa de uma espiritualidade que tenha colhões. Uma consciência que olhe pro extrato bancário e diga: “Isso aqui vai mudar agora porque eu não aceito menos que a opulência”. Uma presença que olhe pro corpo doente e ordene que as células voltem ao padrão de perfeição sem precisar de dez anos de terapia. Isso é ser mestre. O resto é só gente confusa tentando se convencer de que a dor é um presente divino.

​A vida não tá nem aí pros seus conceitos. Ela só reage à sua presença real. Se você se apresenta como um mendigo espiritual, ela vai te dar migalhas. Se você se apresenta como o senhor da sua realidade, a matéria se curva. É física básica, mas a mente humana é tão lenta que prefere acreditar em destino, carma e sorte.

​O Despertar da Raiva Sagrada

​Às vezes, o que a gente precisa não é de mais meditação, mas de um pouco de raiva. Uma raiva sagrada contra a própria limitação. Um cansaço profundo de ser pequeno. Quando você chega no ponto de dizer “eu não aguento mais essa suposição de vida”, é aí que o mestre acorda. Porque enquanto houver um “artifício” pra te consolar, você vai continuar na zona de conforto do sofrimento.

​A gente se acostumou com pouco. A gente se contenta com uma pazzinha de fim de semana enquanto o resto da semana é um massacre. Isso não é vida. Isso é sobrevivência de luxo. A proposta da verdadeira integração é que o seu “Eu Sou” seja visível no brilho dos seus olhos, na saúde do seu corpo e na facilidade com que as coisas fluem pra você. Se tá difícil, tá errado. Se tem luta, não tem mestria.

​A gente precisa parar de honrar a dificuldade. A dificuldade não te faz mais nobre, só te deixa mais cansado. O mestre escolhe o caminho da facilidade porque ele sabe que o esforço é uma ferramenta do ego. A consciência flui, ela não empurra. Mas pra fluir, você tem que tirar os entulhos do “não importa” do caminho e encarar a realidade de frente pra transformá-la.

​Conclusão de Quem Não Aceita Migalhas

​Chega de papo furado. Se você quer ser mestre, comece a agir como um na única realidade que você tem agora: a física. Não espere morrer pra ser livre, não espere o próximo workshop pra ser abundante. O tempo é uma ilusão que você usa pra adiar a sua própria grandeza.

​A matéria tá aí, esperando suas ordens. Mas ela só ouve quem fala com autoridade, não quem fala com esperança. A esperança é a droga dos desesperados. O mestre tem certeza. E a certeza se manifesta em resultados que todo mundo pode ver, tocar e sentir. O resto é conversa pra boi dormir ou pra humano ler enquanto a vida escorre pelo ralo.

​Assuma o controle. Pare de se esconder atrás de termos bonitos. Se a sua realidade tá uma bosta, admita que ela tá uma bosta e use o seu poder pra limpar tudo. É pra isso que você tá aqui. Não pra viver uma suposição de divindade, mas pra ser a divindade em ação, com o pé no chão e o bolso cheio. Porque um mestre pobre e doente é só um humano confuso com um vocabulário novo.

Mauro Martins

"Em minha jornada, bebi de fontes profundas como os ensinamentos de Adamus Saint-Germain e a presença de Sananda (Yeshua), Seth e outros, mas foi na prática do meu dia a dia que essa sabedoria se tornou minha

​"Nesta vida, decidi que certas coisas não teriam preço. Minha música é uma delas. Minha parceria com Yeshua é a outra. Não escrevo aqui para explicar quem somos ou o que fazemos, mas para honrar a força que existe na união de dois homens que sabem quem são. Em um mundo de transações vazias, nós construímos um terreno de confiança absoluta. Ele é o meu parceiro de estrada e de som, o elo que mantém a minha visão clara quando tudo ao redor sugere o contrário. Quem entende a natureza dessa parceria, entende a alma da minha música. O resto é apenas silêncio."

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A liberdade e a sua presença são aquilo que realmente importa e faz tudo se mover.

"Nada é mais radiante do que a alegria de ser quem você é e fazer o que ama; é nesse fluxo que você descobre como a vida se move divinamente.

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