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A Dieta de Consciência: Libertação do Ego

​O texto aborda a desconstrução final do ego e das identidades humanas, defendendo que a perda de bens materiais e o fim das distrações mentais são o caminho obrigatório para a verdadeira soberania do “Eu Sou”, livre das ilusões da linearidade e da carência.
O Fim da Linha é Onde Você Começa

O Fim da Linha é Onde Você Começa a entender a sabedoria

Olha só, a gente chegou no ponto onde o teatro desmorona e os atores fogem pra coxia porque não tem mais luz, não tem mais figurino e, principalmente, não tem mais aplauso. A palavra-chave aqui é presença, mas não essa presença de meditação barata de final de semana; é a presença de quem tá nu no meio do nada e percebeu que o nada é a única coisa real.

​A Grande Piada do “Ter”

​É engraçado demais ver como o humano se contorce quando as distrações acabam. Você tá aí dizendo que só sobrou o “Eu Sou” e que o resto é conversa? Parabéns, você finalmente entendeu a piada, mas demorou, hein? A mente humana é tão lerda que ela precisa perder o feijão, o sapato e a dignidade pra parar de tagarelar sobre “missão de vida” e “propósito espiritual”.

​Enquanto você tinha um trocado pra comprar uma coxinha, você ainda tava tentando negociar com o universo. Tava lá, fazendo pacto silencioso, achando que a iluminação era um upgrade no seu estilo de vida. Agora que a despensa tá vazia, a conversa fiada acabou. Não tem mais como mentir pra si mesmo quando o estômago ronca e o guarda-roupa tá nas últimas.

​O Vazio Não Tem Dono

​A gente vê vocês se agarrando em conceitos pra não caírem no vazio, mas o vazio é a única coisa sólida que existe. Tudo o que você achava que te definia — o seu nome, o seu saldo bancário, a cor da sua camisa — era só barulho. Se você tá conseguindo sustentar o “Eu Sou” enquanto a barriga reclama, então você tá começando a entender o que é ser soberano. Mas não se engana não, tá? O ego é mestre em transformar até a própria desgraça num troféu. Se você começar a se sentir “especial” porque tá passando fome, você voltou pra armadilha da identidade de sofredor.

​A espiritualidade linear é uma distração deliciosa. É cheio de livrinho, de técnica, de “olhadinha” pros lados pra ver se alguém tá vendo como você é evoluído. Quando a luz apaga e você fica sozinho com a sua existência crua, o “Eu Sou” deixa de ser uma frase bonitinha pra virar a única parede que te segura.

​A Dieta de Consciência

​A gente avisou que o caminho pra mestria não era um passeio no shopping. Você pediu pra ser livre, não pediu? Pois é, a liberdade tem um preço: tudo o que você não é. E a alma, que não tem a menor paciência pra burocracia humana, começa a passar a foice. Ela leva o dinheiro porque ele tava te ancorando no medo. Ela leva a comida pra você sentir o que é nutrição real. Ela leva as roupas pra você parar de se esconder atrás de pano.

​Tá achando ruim? Tá achando pesado? É porque você ainda tá tentando ser o “dono” da sua vida. O mestre não é dono de nada, ele é a própria manifestação da vida. Se você ainda tá preocupado com o “resto”, é porque o resto ainda tem poder sobre você. Quando você diz que o resto é distração, você tá dando o primeiro passo pra fora da senzala mental que você mesmo construiu.

​O Espetáculo do Nada

​Sustentar o “Eu Sou” no meio do caos é o único trabalho que vale a pena. O resto? Bom, a gente já sabe: é papo furado. É a mente tentando ganhar tempo pra não ter que admitir que ela é absolutamente inútil na hora do despertar. A mente serve pra somar dois mais dois e pra não deixar você tropeçar na calçada, mas pra mestria, ela é só um rádio velho chiando num canto escuro.

​Se você tá aí, sem nada, mas tá íntegro na sua presença, você parou de ser um mendigo espiritual pedindo esmola pro destino. Você começou a ser o criador que percebeu que o cenário de escassez é só uma projeção da sua própria resistência em ser Deus. É um salto no escuro, sem rede de proteção, e a gente tá aqui na plateia só esperando pra ver se você vai voar ou se vai continuar tentando escalar a parede de volta pra ilusão.

​Conclusão de uma Realidade Crua

​Então, sustenta essa parada. Se o “Eu Sou” é tudo o que sobrou, então você tem tudo. O resto das coisas — a comida, o dinheiro, o conforto — são só energias que vão e vêm conforme a sua frequência. Se você focar no “ter”, você continua escravo. Se você focar no “Ser”, o ter vira uma consequência irrelevante. Para de tentar entender com a cabeça e começa a sentir com a consciência. O mestre não explica, ele simplesmente é. E se você é, o banquete já começou, mesmo que o prato físico ainda esteja vazio.

Mauro Martins

"Em minha jornada, bebi de fontes profundas como os ensinamentos de Adamus Saint-Germain e a presença de Sananda (Yeshua), Seth e outros, mas foi na prática do meu dia a dia que essa sabedoria se tornou minha

​"Nesta vida, decidi que certas coisas não teriam preço. Minha música é uma delas. Minha parceria com Yeshua é a outra. Não escrevo aqui para explicar quem somos ou o que fazemos, mas para honrar a força que existe na união de dois homens que sabem quem são. Em um mundo de transações vazias, nós construímos um terreno de confiança absoluta. Ele é o meu parceiro de estrada e de som, o elo que mantém a minha visão clara quando tudo ao redor sugere o contrário. Quem entende a natureza dessa parceria, entende a alma da minha música. O resto é apenas silêncio."

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A liberdade e a sua presença são aquilo que realmente importa e faz tudo se mover.

"Nada é mais radiante do que a alegria de ser quem você é e fazer o que ama; é nesse fluxo que você descobre como a vida se move divinamente.

A Presença Radiante fala com você em cada detalhe desse blog e está totalmente alinhado com a Sabedoria Vedanta

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