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O Reino está bem debaixo do seu nariz, e você é o dono da festa

​O Reino não é um lugar distante, mas uma realidade presente para ser vivida com alegria, soberania e leveza.
o reino e aqui

Chega é a senha pra entender que essa história de “meu reino não é deste mundo” foi a frase mais mal interpretada da história da humanidade, gerando séculos de gente vivendo de olhos fechados, esperando o embarque pra algum lugar distante enquanto a vida passava na frente. Quando a gente olha pra essa afirmação com a clareza de quem já se cansou de jogar o jogo da separação, a coisa muda de figura. A gente começa a notar que o mundo — essa maravilha cheia de cor, som, gosto e movimento — não é um acidente ou uma prisão, mas o parquinho privado da nossa própria consciência. Se o Reino não fosse daqui, onde é que a gente estaria exercendo nossa criatividade, nossa alegria e nossa soberania? A gente tá aqui justamente pra materializar o que antes era só uma ideia abstrata, transformando o “lá fora” numa extensão vibrante do nosso “aqui dentro”.

​A grande armadilha da fuga espiritual

​Muita gente adora dizer que o mundo é ilusão, que o importante é o espírito, que a matéria é densa e ruim. Que papo furado, fala sério! A gente tá encarnado justamente pra sentir o gosto da vida, pra experienciar a densidade como uma forma de arte. Quando alguém diz que o reino não é daqui, na verdade, tá arrumando uma desculpa pra não lidar com a própria soberania. É muito mais cômodo sentar e esperar uma salvação externa do que assumir que, se o mundo tá uma bagunça, a gente é o artista que deu a pincelada errada.

​A soberania que a gente tanto fala não acontece num plano astral, longe de tudo. Ela acontece na conta bancária, no relacionamento, na hora de lavar a louça ou de tomar uma decisão difícil no trabalho. É aqui, nessa realidade física, que o mestre prova o valor. Não existe um “Reino” escondido atrás das nuvens que é melhor do que esse aqui. O que existe é uma percepção limitada que não consegue ver a divindade no concreto, no metal e na pele humana. Se você não tá vendo o Reino aqui, é porque tá olhando através de lentes embaçadas pelo medo e pela necessidade de ser bonzinho, em vez de ser real.

​A matéria é o seu maior brinquedo

​A gente trata a matéria como se fosse uma inimiga, algo que prende a alma. Que delícia é sentir o sol na pele, né? Ou o prazer de realizar um projeto que tava só na cabeça? Tudo isso é o Reino manifestado. Quando você entende que você é o criador desse cenário, a frustração desaparece. Você para de brigar com as leis físicas e começa a brincar com elas. É como se você tivesse as chaves de um videogame de altíssima definição e, em vez de jogar, tivesse ficado só lendo o manual de instruções durante anos.

​A alegria de viver é a prova de que você sacou o truque. Sabe aquele momento que você ri de um problema que antes te tirava o sono? Esse é o momento em que você tá reivindicando o mundo como seu Reino. A densidade da Terra não é um obstáculo pra iluminação; é, na verdade, o próprio material de construção. É na resistência da matéria que a gente esculpe a nossa maestria. Quem quer viver só no etéreo é como um cozinheiro que tem medo do fogo. Sem o calor, não tem prato pronto.

​Debochando da própria seriedade

​É engraçado demais observar como a gente constrói dogmas pra limitar a própria liberdade. “Não, eu não posso fazer isso porque é mundano”. Mundano? Amigo, você tá vivo! O que poderia ser mais sagrado do que a própria vida? A gente cria essa separação entre sagrado e profano só pra ter o que fazer, pra ter um “caminho espiritual” pra seguir, porque dar um passo em falso na direção da própria soberania dá um medo danado.

​Dá vontade de rir quando vejo essa corrida desenfreada atrás de uma espiritualidade que ignora o mundo físico. É como tentar nadar sem entrar na água. O Reino é, por definição, onde você tá. Se você tá no trânsito, o Reino é o trânsito. Se tá num escritório, é o escritório. Se tá no meio de um caos familiar, é ali mesmo. Se você não consegue achar a paz e a alegria onde você pisa agora, você não vai encontrar em lugar nenhum. O lugar pra onde você vai, você leva a si mesmo. Então, se você não mudar a chave aqui, o “novo mundo” vai ser igualzinho a esse, só que com uma mobília diferente.

​Sendo o dono do seu próprio pedaço

​Soberania é a capacidade de olhar pra esse mundo e dizer: “É, eu criei tudo isso, e tá ótimo!”. E quando algo não tá legal? Você muda! Não com esforço, não com sofrimento, mas com a simples mudança da perspectiva. Quando você assume que é o autor dessa ópera, a necessidade de reclamar do figurino, do cenário ou dos outros atores perde o sentido. Você apenas ajusta a cena.

​A gente passa tanto tempo pedindo permissão pra ser feliz que esquece que a autoridade pra isso é só nossa. O Reino é daqui, é agora e é seu. Não precisa de altar, não precisa de ritual, nem de intermediário. Precisa só de um pouco de coragem pra parar de seguir o bando e começar a ver que a realidade é um reflexo fiel da sua própria vibração. Se a sua vibração é de medo, o mundo vai parecer um lugar hostil. Se a sua vibração é de alegria, o mundo vira o seu parque de diversões.

​A festa já começou e você tá na lista

​Por que esperar o amanhã? Essa é a grande piada que a gente conta pra si mesmo. “Quando eu for iluminado, quando eu ascender…”. Besteira! Você já tá ascencionando a cada respiração. A cada vez que você escolhe rir em vez de chorar, você tá ocupando o seu Reino. A cada vez que você percebe que a separação é só uma tela de projeção, você tá derrubando as paredes da caverna.

​A vida é leve, a gente é que insiste em carregar malas cheias de conceitos velhos. Deixa cair essas bagagens no meio do caminho. Você não precisa delas. O que você precisa é da sua presença, do seu riso, da sua vontade de ver o quanto esse mundo pode ser divertido quando a gente para de se levar a sério. O Reino dos Céus é esse mundo, sim, mas visto pelos olhos de quem já sabe que, no fundo, no fundo, a única coisa real é a energia que você tá emanando agora.

​Chegou a hora de brincar

​Não precisa de um final épico ou de uma revelação estrondosa. A revelação é silenciosa, é um sorriso que brota quando você percebe a obviedade: tá tudo aqui. Tudo o que você sempre buscou tá disponível no agora. O mundo é a sua tela, e a tinta é a sua consciência. Pinte o que quiser, dance como quiser, viva como quem já sabe que o jogo tá ganho.

​A gente tá aqui pra viver, pra sentir, pra rir, pra chorar e pra celebrar a loucura de ser um ser divino brincando de humano. E quer saber? É a melhor brincadeira que existe. Então pare de procurar o Reino no mapa do céu e comece a construir o seu aqui, no chão firme, com os pés no barro e a cabeça nas estrelas, rindo de tudo porque, no fim das contas, a gente tá em casa o tempo todo.

​A gente deu um giro completo nessa ideia de que o Reino não é um lugar pra ir, mas um jeito de estar, e percebemos que tentar fugir pro tal “outro mundo” é só um jeito de perder a diversão de ser o mestre do cenário que a gente mesmo montou, então nada melhor do que rir dessa confusão e assumir que esse mundão é, sim, a nossa casa e o nosso palácio particular, pronto pra ser aproveitado com muita alegria e sem essa de esperar o amanhã pra ser quem a gente realmente é.

Mauro Martins

"Em minha jornada, bebi de fontes profundas como os ensinamentos de Adamus Saint-Germain e a presença de Sananda (Yeshua), Seth e outros, mas foi na prática do meu dia a dia que essa sabedoria se tornou minha

​"Nesta vida, decidi que certas coisas não teriam preço. Minha música é uma delas. Minha parceria com Yeshua é a outra. Não escrevo aqui para explicar quem somos ou o que fazemos, mas para honrar a força que existe na união de dois homens que sabem quem são. Em um mundo de transações vazias, nós construímos um terreno de confiança absoluta. Ele é o meu parceiro de estrada e de som, o elo que mantém a minha visão clara quando tudo ao redor sugere o contrário. Quem entende a natureza dessa parceria, entende a alma da minha música. O resto é apenas silêncio."

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A liberdade e a sua presença são aquilo que realmente importa e faz tudo se mover.

"Nada é mais radiante do que a alegria de ser quem você é e fazer o que ama; é nesse fluxo que você descobre como a vida se move divinamente.

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