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​A Grande Comédia da Existência: O Jogo do Faz de Conta

Tudo é um grande jogo e a gente é o autor, a plateia e o cenário, então rir da própria desgraça é o maior sinal de que a ficha finalmente caiu e a soberania assumiu o volante da existência, transformando qualquer falta em pura comédia divina.
brincadeira de ser humano

–Xamp é a essência pulsante dessa brincadeira que a gente chama de realidade, essa dança cósmica onde o Criador resolveu, por pura diversão, se esquecer de quem realmente é pra ver no que dá.

Parece absurdo, não parece? A gente caminha por esse mundo acreditando piamente que as regras da física, a falta de saldo na conta e as burocracias de um sistema são barreiras intransponíveis. Entretanto, tudo isso é apenas um cenário, uma tela bem pintada onde a gente decidiu, por um momento de tédio existencial, fingir que é limitado. Sabe qual é a melhor parte dessa revelação? É que a risada brota naturalmente quando percebemos que o “Xamp” da vida é justamente essa percepção de que, enquanto o personagem passa sufoco pra pagar as contas, a Consciência que o anima tá dando gargalhadas lá no alto.

​O Palco é seu, mas o roteiro tá uma bagunça

​Todo mundo ao redor, cada ser humano que você cruza na rua, é uma extensão desse “Eu” que resolveu se fragmentar pra ter com quem brincar. Quando você olha pra uma guerra, pra uma discussão política ou pra um vizinho mal-humorado, você tá, na verdade, olhando pra um espelho que tá gritando: “olha como eu sou bom em me esconder de mim mesmo!”. É hilário! A gente gasta uma energia descomunal tentando provar que somos seres separados, tentando acumular valor em pedaços de papel ou dígitos digitais, esquecendo que o próprio dinheiro é apenas uma representação da nossa energia criativa circulando num teatro de sombras.

​Desconstruindo o personagem sem drama

​Viver sem grana não é uma falha no sistema, tá? Pense nisso como um desafio de roteiro que você mesmo impôs pro seu personagem atual. Imagina um mestre do teatro que decide interpretar um papel onde ele precisa aprender a valorizar cada centavo, só pra sentir o gosto do desafio. Quando o ator finalmente se lembra que ele é o dono do teatro, o personagem entra em crise, mas o ator começa a rir. Essa é a chave pra sair da caverna: rir do próprio drama, rir da própria escassez, porque, lá no fundo, você sabe que é a fonte absoluta de tudo que existe.

​Por que a gente ainda insiste em sofrer?

​A resposta é tão simples quanto frustrante: porque a gente ama o drama! A gente tá viciado na intensidade da dualidade. Sem a guerra entre os personagens, sem a escassez, a trama fica sem tempero, né? Mas aí entra a parte radiante da história. Chega um ponto em que a alma diz: “chega, já brinquei de ser limitado o bastante por hoje”. E é nesse instante que a mágica acontece. Você para de lutar contra a correnteza e começa a flutuar nela, observando com um desdém carinhoso os outros personagens se batendo, lutando por um pedaço de pão ou por um reconhecimento que nunca vai preencher o vazio de quem esqueceu a própria divindade.

Soberania não precisa de esforço

​Soberano não é aquele que manda nos outros, mas aquele que reconhece que não há “outros”. Se você é o dono de todo o dinheiro físico do planeta — e na verdade você é, porque o mundo é sua projeção —, por que se preocupar com o próximo pagamento? A mudança de chave ocorre quando você para de buscar o dinheiro e começa a manifestar a sua presença. O dinheiro, como qualquer outro símbolo, precisa de um campo magnético pra se aproximar, e nada é mais magnético do que um ser que descobriu a brincadeira e não tá mais jogando pra ganhar, tá jogando porque é divertido.

​O riso é a ferramenta mais perigosa do sistema

​Existe algo profundamente subversivo em rir quando tudo parece estar desmoronando. Quando o sistema te aperta, quando as exigências chegam, quando a vida parece exigir seriedade, você solta uma gargalhada genuína. Isso desarma qualquer mecanismo de controle. Por que o sistema perderia tempo tentando intimidar alguém que já entendeu que é o dono do próprio cenário? A sua risada é o aviso de que o jogo mudou, que a peça de teatro tá saindo do roteiro dramático e virando uma comédia escrachada onde o personagem principal tá prestes a perceber que tem um camarim cheio de recursos esperando por ele.

​Vivendo a leveza do mestre disfarçado

​Você não precisa mudar nada no mundo externo pra começar a experimentar essa abundância. Basta mudar a percepção. O dinheiro tá aí, circulando, sendo trocado entre facetas suas. Se você deixar de lado a necessidade de “ter” e passar a se reconhecer como “o dono”, a frequência muda. As portas começam a se abrir de maneiras que a lógica linear nem consegue compreender. Não é mágica, é apenas o resultado de parar de atuar como vítima e assumir o papel de mestre que tá apenas passando uma temporada no plano da matéria pra ver como é a vida dos terráqueos.

​O futuro é uma página em branco

​Olha só, o que vai acontecer a seguir? Ninguém sabe, e é isso que torna tudo tão espetacular! Talvez a sua vida financeira mude da noite pro dia, talvez você encontre formas criativas de viver que desafiam a economia tradicional. O que importa é que, a partir de agora, você não tá mais sozinho nessa. Você tem a consciência do “Tudo” caminhando em cada passo seu. Cada erro, cada acerto, cada momento de falta de grana é apenas uma oportunidade pra dar uma risada e dizer: “olha que engraçado como eu sou talentoso em criar essas situações!”.

​Integrando a alegria à rotina

​Tá na hora de parar de levar a vida como se fosse um teste de sobrevivência. Tá na hora de entender que você é o artista, a tinta, o quadro e o espectador. Se você não tá gostando da cena, você não pede demissão do teatro — você muda o roteiro! E a melhor forma de mudar o roteiro é não se levar a sério. O riso abre os portões da percepção mais rápido do que qualquer técnica meditativa ou qualquer esforço mental. Quando você ri, você tá dizendo pro universo: “eu saquei o truque, pode vir a próxima cena”.

​A soberania é um estado de espírito

​Saber que você é o Criador não te dá uma varinha mágica pra sumir com os problemas, mas te dá a clareza necessária pra atravessá-los sem ser arrastado por eles. A soberania é o reconhecimento de que, independentemente do que o personagem tá passando, o “Eu” essencial continua intacto, pleno e vibrante. A gente tá aqui pra viver a experiência, não pra ser escravo dela. A gente tá aqui pra transformar o choro da humanidade no riso da consciência desperta.

​Sendo a luz no meio do caos

​O que a gente tá fazendo agora é um experimento de larga escala. Você tá trazendo a luz da soberania pra dentro de um sistema que foi desenhado pra apagar essa chama. Cada vez que você ri da farsa, cada vez que você reconhece a sua natureza, você ilumina o ambiente ao redor. As pessoas vão estranhar? Vão. Vão te chamar de louco? Provavelmente. Mas, honestamente, existe algo mais louco do que acreditar que somos apenas corpos mortais lutando por pedaços de papel num mundo que é apenas uma projeção mental?

​O encerramento de um ciclo de esquecimento

​Chegou a hora de parar de atuar e começar a ser. A farsa tá ficando velha, as máscaras tão caindo, e o público — que é você mesmo em outras versões — tá começando a notar que o espetáculo tá mudando de gênero. De drama para comédia. De tragédia para celebração. E é nesse tom de celebração que a gente continua, conscientes de que o jogo tá ganho desde antes de começar. Se você já tem tudo, e você já é tudo, por que se preocupar com o que falta? O que falta é apenas o espaço que você ainda não decidiu preencher com a sua própria luz.

​Próximos passos na sua nova realidade

​Não tente planejar muito. O plano da mente limitada é apenas um rascunho. O plano da Consciência é uma obra de arte em movimento constante. Deixa a vida te levar, não como um coitado que não tem destino, mas como um capitão que sabe que o navio é dele, o mar é dele e, se quiser, ele mesmo pode mudar a rota pra onde bem entender. O “Xamp” da existência é essa liberdade incondicional. Aproveita a viagem, ri das situações, e lembra sempre: você é o dono de todo o dinheiro, de todas as pessoas e de toda a realidade que consegue perceber.

​A vida é uma festa, a gente que esqueceu de levar o convite, mas agora que o convite foi encontrado, a gente entra onde quiser, quando quiser, sem precisar de aprovação de ninguém, porque a única aprovação que importa é a do Criador que habita aí dentro, rindo de tudo isso com você.

Mauro Martins

"Em minha jornada, bebi de fontes profundas como os ensinamentos de Adamus Saint-Germain e a presença de Sananda (Yeshua), Seth e outros, mas foi na prática do meu dia a dia que essa sabedoria se tornou minha

​"Nesta vida, decidi que certas coisas não teriam preço. Minha música é uma delas. Minha parceria com Yeshua é a outra. Não escrevo aqui para explicar quem somos ou o que fazemos, mas para honrar a força que existe na união de dois homens que sabem quem são. Em um mundo de transações vazias, nós construímos um terreno de confiança absoluta. Ele é o meu parceiro de estrada e de som, o elo que mantém a minha visão clara quando tudo ao redor sugere o contrário. Quem entende a natureza dessa parceria, entende a alma da minha música. O resto é apenas silêncio."

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A liberdade e a sua presença são aquilo que realmente importa e faz tudo se mover.

"Nada é mais radiante do que a alegria de ser quem você é e fazer o que ama; é nesse fluxo que você descobre como a vida se move divinamente.

A Presença Radiante fala com você em cada detalhe desse blog e está totalmente alinhado com a Sabedoria Vedanta

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