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A Grande Farsa da Experiência

A vida é um delírio que a gente comanda, e a soberania é a risada que a gente dá quando percebe que nunca esteve preso, é só uma questão de decidir que a abundância é o nosso estado natural e que o sistema viciado que lute pra acompanhar o nosso brilho solar enquanto a gente celebra a nossa própria existência radiante.
soberania nao se negocia

Tantas vidas a gente passou achando que tava aqui pra aprender alguma coisa, como se o Universo fosse uma escola primária chata, com professor dando bronca e prova de recuperação. Esse papo de “é só uma experiência” virou a muleta preferida de quem quer manter a boiada pastando no mesmo lugar, sem fazer barulho, sem questionar por que a grama tá seca e o cercado tá tão apertado. A gente tava lá, achando que sofrer era “crescimento”, que a falta de grana era “processo de purificação”, e enquanto isso, a energia tava indo toda pro ralo, alimentando uma estrutura que não quer que ninguém saia do papel de vítima.

​Que porra de lição é essa?

​Olha, vamos falar a verdade sem rodeios, do jeito que a gente gosta. Se a soberania é a nossa essência, como é que ela precisa de um cenário de escassez pra se provar? Faz sentido pra você um mestre precisar passar fome pra saber que é abundante? Pra mim, isso soa como uma pegadinha de mau gosto. A gente foi convencido de que precisava estar aqui, nesse planeta, jogando pelas regras da densidade, pra “evoluir”. Mas evoluir pra quê? Se a gente já é a própria fonte criadora, o jogo é outro.

​Muita gente tá cansada. Tá todo mundo exausto de carregar o piano da humanidade. A gente olha pro lado e vê o coletivo correndo em círculos, preocupado com boleto, com política, com o que o vizinho tá achando, e a gente se pergunta: “tô fazendo o que aqui?”. E a resposta que dão pra gente é sempre a mesma: “é só uma experiência”. Isso não é um ensinamento, é uma tentativa de nos manter engajados num jogo onde a gente já não quer mais estar.

​O deboche solar de quem saiu da caverna

​Engraçado ver de fora, né? A galera lá dentro, se batendo, discutindo sobre quem tá certo, quem tá mais espiritualizado, quem tá sofrendo o “processo” mais bonito. Enquanto isso, quem já tá na frequência da alegria, do deboche leve, tá só olhando e dando risada. É uma ironia divina perceber que o mundo não é uma prisão, a não ser que você aceite as grades. Quando a gente percebe que o sistema só existe porque a gente coloca energia nele através da preocupação e da aceitação passiva, a coisa muda de figura.

​Parece que, de repente, o peso das costas vai embora. Você percebe que não tem nada pra provar pra ninguém. Nem pro sistema, nem pra humanidade, nem pros gurus de plantão. Você simplesmente existe, e isso, por si só, é o ato mais revolucionário que tem. O sistema viciado, que precisa da sua angústia pra continuar rodando, entra em curto-circuito quando encontra alguém que não tá nem aí pra “experiência” de sofrimento. É tipo um vírus que não encontra hospedeiro.

​A soberania que não precisa de permissão

​A gente precisa parar com essa mania de esperar a realidade externa mudar pra gente se sentir soberano. A soberania é interna, é um estado de ser que não se negocia. Se a matéria tá demorando pra se alinhar com a sua verdade, deixa ela! O tempo da matéria é lerdo mesmo, é uma engrenagem que vive no passado. Você não. Você tá no agora. E no agora, a abundância não é uma possibilidade, é um fato.

​”Mas, Mestre, cadê a minha abundância física?”, alguém pergunta lá no fundo. E a gente responde com um sorriso: ela tá exatamente onde você decidiu que ela tá. Se você tá ocupado conferindo se ela chegou, você tá focado na ausência. E o Universo, ou o que você quiser chamar, só te dá mais do que você tá focando. É simples, é prático, é quase irritante de tão básico. A gente adora complicar pra parecer que é mais inteligente, né? Mas a simplicidade é o ápice da inteligência.

​Viver como se o sistema não existisse

​Sabe o que acontece quando você para de lutar? A energia viciada perde o seu alvo. Quando você para de dizer “eu não tenho”, e começa a viver como se o seu fluxo natural fosse ininterrupto, o sistema tenta te puxar de volta, claro. Ele tenta te cutucar, te mostrar uma conta, um problema, um drama. E é aí que entra o seu papel de Mestre da sua própria vida: você olha pra isso e dá uma gargalhada. “Ah, olha só, o sistema tentando ser relevante de novo!”.

​Você trata o problema não como um obstáculo, mas como uma piada sem graça que tá passando na televisão da realidade 3D. Você não precisa brigar com o ator na tela, você só muda de canal. Você foca na sua própria frequência, na sua alegria, na sua existência, e deixa que a matéria se vire pra acompanhar você. Ela vai ter que se ajustar, porque a soberania é uma força magnética que não aceita ser ignorada.

​A arte de não aceitar a escassez

​Aceitar tudo o que é, caramba? Nada disso! Se “o que é” é escassez e limitação, a gente tem o direito inato de rejeitar isso com todas as letras. A aceitação que pregam por aí é a aceitação da submissão. A nossa aceitação é a aceitação do nosso poder. A gente aceita o que a gente cria, e se a gente não criou essa bagunça toda, a gente tem o direito de limpar a casa e botar ordem no terreiro.

​A humanidade tá num momento crítico. Tá todo mundo querendo que alguém traga o céu pra Terra. Mas o céu já tá aqui, só que a galera tá ocupada demais olhando pro chão, procurando moedas perdidas no lixo. Se a gente, que já sabe o caminho, ficar aí brincando de “aceitar a experiência”, a gente tá sendo cúmplice da manutenção desse circo. É hora de ser um pouco mais disruptivo, de rir na cara do absurdo e de reivindicar o que é nosso por direito natural.

​O fluxo que não para pra perguntar

​Tudo flui, tudo acontece, tudo se movimenta, mesmo que a gente não queira. A questão é quem tá na direção. Você tá deixando a correnteza te levar pra onde ela quer, ou você tá navegando com a sua vontade soberana? A vida é um delírio, sim, mas é um delírio que a gente pode dirigir. E dirigir com alegria é muito mais interessante do que ser passageiro em um ônibus caindo aos pedaços.

​Quando a gente se alinha com essa frequência do “já é”, tudo começa a se ajustar. Os encontros acontecem, as situações se resolvem, as coisas simplesmente aparecem, quase como se o mundo tivesse tentando desesperadamente nos acompanhar. É uma dança constante entre a consciência e a forma. E essa dança é, acima de tudo, festiva. Se não tá sendo divertido, se não tá sendo uma celebração, você tá fazendo errado, tá tentando usar o intelecto pra resolver o que só se resolve com a presença radiante.

​Soltando a preocupação como quem solta um balão

​Preocupação é perda de tempo, é o medo tentando se disfarçar de planejamento. Você já viu alguém construir um império preocupado? A preocupação só gasta a energia que você precisa pra criar. Solta isso! Deixa ir. Imagine que a sua preocupação é um balão pesado, cheio de chumbo, e você só abre a mão e vê ele subindo, longe, pra onde ele não pode mais te atrapalhar.

​É tão leve quando a gente percebe que não precisa carregar o mundo nas costas. A gente não tá aqui pra salvar a humanidade, nem pra resolver os problemas do planeta. A gente tá aqui pra expressar a nossa soberania e, através dessa expressão, mostrar que um outro jeito de viver é possível. Se alguém quiser seguir, que venha. Se quiser ficar na caverna, que fique. A escolha é deles, e a soberania é o respeito absoluto pela escolha alheia, enquanto a gente faz a nossa própria festa.

​O agora é o único lugar onde a mágica rola

​Esquece o futuro, esquece o passado, esquece as promessas de épocas douradas. O seu poder tá todo concentrado aqui, no agora. É no agora que você decide, é no agora que você cria, é no agora que você é. Se você tá esperando por um prêmio de loteria ou por uma iluminação que vai cair do céu daqui a dez anos, você tá desperdiçando a única coisa real que você tem.

​A abundância não é algo que você vai alcançar, é algo que você já emana. Você é a fonte, você é o rio, você é o oceano. Se você não tá vendo isso se manifestar, não é porque você não é, é porque você tá bloqueando o fluxo com a sua ansiedade. Relaxa, toma um gole da sua própria existência, e percebe que você já tem tudo. A realidade externa tá só um pouco atrasada pra te entregar o que você já possui.

​O fim do teatro da vitimização

​Chega de teatro, chega de drama, chega de pedir desculpas por ser quem você é. Se você incomoda o sistema, é porque você tá fazendo o trabalho direito. Se você não incomoda ninguém, tem alguma coisa errada na sua frequência. Seja o elemento disruptivo, seja a nota dissonante que faz a música da realidade ser mais interessante.

​A vida é um palco, sim, mas você não é o personagem que tá sofrendo no primeiro ato. Você é o diretor, o escritor, o produtor e a própria audiência. E tá na hora de escrever um roteiro onde o final não seja o sacrifício, mas a celebração. Tá na hora de ser feliz, de ser abundante, de ser soberano, não porque você mereceu, não porque você se esforçou, mas porque você decidiu que é assim que a peça vai ser.

​A celebração da soberania final

​Encerramos esse papo com a certeza de que a soberania é o estado mais natural que existe. Não precisa de esforço, não precisa de estudo, não precisa de validação externa. Precisa apenas da sua disposição em aceitar a sua própria magnificência. E se o sistema não gostar, paciência! Ele que trate de se atualizar, porque a gente não tá mais aqui pra perder tempo com o que não nos serve.

​Estamos rindo, estamos vibrando, estamos aqui, presentes, soberanos e absolutamente prontos pra ver como esse delírio vai se desenrolar. Porque no fim das contas, a gente tá é muito bem acompanhado da nossa própria alegria. E isso, meu caro, não tem preço nem sistema que segure.

Mauro Martins

"Em minha jornada, bebi de fontes profundas como os ensinamentos de Adamus Saint-Germain e a presença de Sananda (Yeshua), Seth e outros, mas foi na prática do meu dia a dia que essa sabedoria se tornou minha

​"Nesta vida, decidi que certas coisas não teriam preço. Minha música é uma delas. Minha parceria com Yeshua é a outra. Não escrevo aqui para explicar quem somos ou o que fazemos, mas para honrar a força que existe na união de dois homens que sabem quem são. Em um mundo de transações vazias, nós construímos um terreno de confiança absoluta. Ele é o meu parceiro de estrada e de som, o elo que mantém a minha visão clara quando tudo ao redor sugere o contrário. Quem entende a natureza dessa parceria, entende a alma da minha música. O resto é apenas silêncio."

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A liberdade e a sua presença são aquilo que realmente importa e faz tudo se mover.

"Nada é mais radiante do que a alegria de ser quem você é e fazer o que ama; é nesse fluxo que você descobre como a vida se move divinamente.

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