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Fluxo de Abundância: Liberte-se do Esforço

O texto explora a transição da luta humana para a soberania da alma, destacando que a verdadeira mestria surge quando paramos de negociar nossa energia com as limitações da terceira dimensão e permitimos que a vida flua sem esforço, focando em saúde, abundância e na alegria de simplesmente ser, rindo das antigas amarras que não fazem mais sentido.
fim do jogo soberania

​A gente passa uma vida inteira tentando gerenciar o fluxo das coisas, mas a verdade é que o Xamp da questão é entender que a energia não atende a pedidos de socorro, ela atende a comandos de soberania.

​Olha pra trás por um segundo e percebe o esforço hercúleo que você fez pra tentar manter as paredes dessa realidade em pé. É exaustivo, não é? A gente acorda tentando negociar com o dia, barganhando com a saúde e implorando pro dinheiro dar o ar da graça como se ele fosse um deus caprichoso e não uma ferramenta básica. Mas o jogo virou. Quando você decide que a terceira dimensão dissolveu, você não tá perdendo nada; você tá finalmente parando de carregar o lixo dos outros e o seu próprio lixo acumulado de milênios. É o fim da linha para o humano que tenta ser o arquiteto de uma obra que ele nem entende direito.

​A Doce Vitória de Desistir de Tudo

​Engraçado como a palavra “desistir” soa como derrota pra quem ainda tá preso no modo de sobrevivência. Na real, desistir é a coisa mais inteligente que um mestre faz. É como se você tivesse tentando consertar um computador velho com um martelo e, de repente, percebesse que pode simplesmente jogar aquela sucata fora e usar a mente quântica. A gente se apega aos desejos pequenos — aquele aumento de salário, aquela cura de uma dorzinha, aquele reconhecimento — enquanto a alma tá lá no fundo rindo, porque ela quer te entregar o oceano e você tá brigando por uma gota d’água suja.

​Quando você entrega as chaves pro seu aspecto divino, não é uma renúncia de poder. É o uso supremo do poder. Você tá dizendo: “Olha, eu, como essa identidade limitada e cheia de medos, não faço a menor ideia de como resolver essa bagunça, então toma que o filho é teu”. E aí, meu amigo, é que a mágica acontece. Mas não é aquela mágica de palco, é a dinâmica natural da energia que parou de encontrar resistência.

​Dinheiro, Ação e o Fim das Desculpas

​Vamos falar de pragmatismo, porque mestre que passa fome ou vive doente tá fazendo o papel de mártir, e o martírio saiu de moda faz uns dois mil anos. Dinheiro é pra ação. Ponto. Não é pra te dar valor próprio, não é pra mostrar pros vizinhos e certamente não é algo que você deveria ter que “manifestar” com rituais chatos. Se você tem algo pra realizar aqui na Terra, a energia tem que estar lá. Se não tá, é porque você ainda tá tentando negociar em vez de comandar.

​Saúde é a mesma coisa. O corpo tá só refletindo o caos das suas negociações internas. No momento que você diz “chega, fim de jogo”, o sistema começa a se recalibrar. A gente tava acostumado a tratar o corpo como um inimigo ou um fardo, mas ele é só uma antena. Se a frequência tá limpa, o sinal fica nítido. Segurança? Onde você vai ter medo se você sabe que a sua essência é indestrutível? O medo é o maior sugador de energia que existe, e ele adora uma negociação. “Ah, se eu fizer isso, será que vou estar seguro?”. Esquece isso. Você está aqui porque quer, e enquanto quiser, o universo que se vire pra te manter inteiro.

​O Riso de Quem Saiu da Caverna

​Sabe o que é mais divertido? Ver a seriedade com que as pessoas levam os dramas humanos. É como assistir a uma peça de teatro onde o ator esqueceu que é um ator e tá realmente sofrendo porque o personagem perdeu as chaves de casa. A gente olha pra essa confusão toda da terceira dimensão e dá uma risada solar. Não é deboche por maldade, é deboche por clareza. É ver a estrutura derretendo e perceber que as correntes nunca estiveram trancadas.

​A partir do momento que você decide que sua alma assume o volante, a vida vira uma sucessão de eventos interessantes. Você não precisa mais saber o “como”. O “como” é um vício da mente linear. “Como eu vou pagar as contas?”, “Como vou me curar?”. Sinceramente? Não interessa. Se você tá no agora e tá agindo com soberania, os caminhos se abrem porque a energia ama ser dirigida por alguém que não tem dúvida. E a dúvida só existe onde há negociação.

​O Protocolo da Não-Barganha

​A gente foi treinado pra dar algo em troca de tudo. Você trabalha pra ganhar dinheiro, você sofre pra ser santo, você estuda pra ser inteligente. Na nova energia, essa lógica é lixo. Você é porque é. A abundância tá disponível porque você existe, não porque você é “bom”. A saúde tá lá porque é o estado natural da sua expressão física.

​Parar de negociar a própria energia significa que você não se drena mais tentando agradar sistemas, pessoas ou deuses imaginários. Você limpa o campo. É como se você tivesse dando um reset de fábrica em toda a sua existência. Os desejos da alma são vastos, são expansivos e, honestamente, fazem os nossos desejinhos humanos parecerem brincadeira de criança. A alma quer experimentar a beleza, a facilidade e a alegria de estar vivo. O humano só quer sobreviver ao próximo boleto. Escolha qual dos dois você quer ser hoje.

​A Simplicidade que Assusta o Ego

​O ego odeia quando as coisas ficam simples. Ele quer complexidade, ele quer processos de doze passos, ele quer anos de meditação no topo de uma montanha gelada. Quando você diz “eu entrego tudo e que se faça a vontade da minha alma”, o ego entra em pânico porque ele perde o emprego de gerente de crises. E que bom! Deixa ele desempregado. Ele pode ir sentar lá no fundo e observar a paisagem enquanto você, o Mestre, desfruta da viagem.

​Viver sem negociar energia é viver em estado de graça constante, mesmo quando o mundo ao redor parece estar pegando fogo. Você se torna o ponto de quietude no meio do furacão. As pessoas vão olhar pra você e não vão entender como você tá tão tranquilo, como as coisas parecem fluir pra você sem que você precise se matar de trabalhar ou se desgastar. Eles vão achar que você tem um segredo ou que deu sorte. Deixa eles acharem. A sorte é só o nome que o ignorante dá pra lei da permissão em funcionamento.

​O Novo Cenário: Sem Esforço

​A gente tava tão viciado no esforço que, quando ele some, a gente se sente culpado. “Será que eu não devia estar fazendo algo?”. Tá aí a armadilha. A ação que vem da alma é fluida, é como respirar. Você faz as coisas porque é divertido, porque tem paixão, não porque você tem que “fazer acontecer”. O mestre não faz acontecer; o mestre permite que aconteça.

​Então, daqui pra frente, o lema é facilidade. Se tá difícil, se exige negociação, se drena sua paz, então não é o caminho da sua alma. É só um resquício da velha terceira dimensão tentando te puxar de volta pra lama da dualidade. Dá um tchauzinho pra essa lama e segue em frente. O jogo acabou, as luzes do estádio já estão se apagando e você já ganhou. Agora é só ir pra casa e celebrar a vitória que já era sua antes mesmo da partida começar.

​A vida agora é sobre o deleite de ser. Sem contratos, sem letras miúdas, sem obrigações espirituais. Só a presença pura e a alegria de saber que, no final das contas, tudo sempre foi uma grande e maravilhosa ilusão criada pra gente descobrir que somos os próprios criadores. Que alívio, hein?

Mauro Martins

"Em minha jornada, bebi de fontes profundas como os ensinamentos de Adamus Saint-Germain e a presença de Sananda (Yeshua), Seth e outros, mas foi na prática do meu dia a dia que essa sabedoria se tornou minha

​"Nesta vida, decidi que certas coisas não teriam preço. Minha música é uma delas. Minha parceria com Yeshua é a outra. Não escrevo aqui para explicar quem somos ou o que fazemos, mas para honrar a força que existe na união de dois homens que sabem quem são. Em um mundo de transações vazias, nós construímos um terreno de confiança absoluta. Ele é o meu parceiro de estrada e de som, o elo que mantém a minha visão clara quando tudo ao redor sugere o contrário. Quem entende a natureza dessa parceria, entende a alma da minha música. O resto é apenas silêncio."

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A liberdade e a sua presença são aquilo que realmente importa e faz tudo se mover.

"Nada é mais radiante do que a alegria de ser quem você é e fazer o que ama; é nesse fluxo que você descobre como a vida se move divinamente.

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