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O Jogo da Criação Consciente – Você é o criador da sua Realidade

Assumir que você é o único criador da sua realidade transforma a vida em uma experiência leve e divertida, eliminando de vez o papel de vítima e nos mostrando que o passado é só fumaça, enquanto a energia passa a nos servir de forma natural e sem esforço quando a gente finalmente relaxa no momento presente e começa a rir das próprias criações.
voce e o criador da realidade

​A autoresponsabilidade é o ponto de virada definitivo para quem cansou de brincar de ser vítima do destino e resolveu assumir o trono da própria existência. É engraçado como a gente passa uma vida inteira apontando o dedo pra fora, culpando o chefe, a economia ou até o alinhamento dos planetas pelas nossas frustrações, quando, na verdade, o diretor do filme sempre esteve sentado na nossa própria cadeira mental.

​O Despertar do Criador Soberano

​Olha só que loucura a gente acreditar, por tanto tempo, que era só um barquinho de papel no meio de uma tempestade oceânica. Passamos eras implorando por um salvador, rezando pra que as circunstâncias mudassem e fazendo promessa pra que o vento soprasse a favor. É uma piada completa quando a ficha finalmente cai e você percebe que você mesmo é o oceano, o vento e o raio do barco.

​O Fim do Drama Humano

​Quando você assume o comando, o teatro do sofrimento perde totalmente o sentido. Sabe aquela necessidade de ligar pra um amigo pra reclamar do dia que deu errado? Pois é, ela some, porque você começa a rir do próprio enredo que desenhou pra si mesmo. Se o dia foi um caos, em vez de chorar, a gente olha pro espelho e pensa: “Caramba, que imaginação fértil eu tive hoje pra criar essa confusão inteira!”.

​A maioria das pessoas tem um medo absoluto dessa liberdade, sabia? É muito mais confortável ter um vilão de estimação pra culpar pelas próprias dores. Quando você tira o vilão da jogada, sobra apenas você e o seu reflexo. É um momento de silêncio profundo, mas também é o instante em que a verdadeira gargalhada ecoa, porque você descobre que as grades da prisão nunca estiveram trancadas.

​A Diferença Prática entre Culpar-se e Libertar-se

​Tem uma armadilha clássica no meio desse caminho que faz muita gente boa tropeçar e voltar correndo pra caverna do medo. O ego adora pegar esse conceito de criação e transformar em culpa pura. A mente começa a tagarelar: “Ah, então se eu tô doente ou quebrado, a culpa é minha?”. Não, seu humano apressado, não é sobre culpa, tá?

  • A culpa aprisiona: Ela te joga no passado, traz peso, julgamento e aquela cara de enterro que não serve pra nada.
  • A responsabilidade liberta: Ela te posiciona no agora. É olhar pro cenário atual, aceitar que ele foi o resultado das suas escolhas conscientes ou inconscientes, e decidir o que vai ser experimentado a partir de agora.

​Criar a própria realidade não significa que você precisa ser um mestre da meditação perfeita que nunca sente raiva. Significa apenas que quando a raiva vier, você sabe exatamente quem acendeu o pavio. Você para de exigir que o mundo exterior se comporte direitinho pra que você possa ter paz. A paz vira a sua base, e o mundo exterior que lute pra acompanhar o seu ritmo.

Energia serve mestre vitima

​Como a Energia Serve ao Mestre

​É fascinante observar como a energia funciona quando a gente para de brigar com ela. Passamos a vida tentando manipular o mundo material, empurrando as coisas com a força do pensamento e fazendo planos mirabolantes pra conseguir um tiquinho de abundância ou amor. Isso é um cansaço sem fim, uma bobeira que só a mente linear consegue sustentar.

O Conceito Sagrado de Permitir

​Você não precisa ficar visualizando o seu desejo vinte e quatro horas por dia como se fosse um trabalhador escravo da manifestação. O verdadeiro segredo do criador tá em uma palavrinha que quase ninguém usa direito: permitir. Quando você sabe que é a própria fonte de tudo, você simplesmente relaxa na sua soberania e deixa que a energia encontre o caminho mais rápido pra se materializar na sua frente.

​Imagino que sua mente esteja agora tentando entender a logística disso. “Mas como é que o dinheiro vai aparecer? Como é que aquele problema vai se resolver?”. Esquece o “como”, tá? O “como” é a parte mais sem graça e limitada do processo. Deixa que a mágica da existência cuide dos detalhes técnicos enquanto você se diverte experimentando a jornada.

​A Ilusão das Necessidades Humanas

​A gente foi treinado pra acreditar que precisa de um monte de coisas pra ser completo. Precisa de validação, de status, de um relacionamento perfeito e de uma conta bancária recheada de dígitos. Tudo ilusão da personalidade que se acha separada da totalidade. Quando você assume a sua natureza real, percebe que você não precisa de nada disso, e é justamente aí que essas coisas começam a chover na sua horta.

​É a grande ironia cósmica: enquanto você corre atrás das coisas com desespero, elas fogem de você porque sentem a frequência da escassez. Quando você se senta no seu trono, toma o seu café calmamente e reconhece que já tem tudo dentro de si, a abundância bate na sua porta pedindo pra entrar. A energia adora um mestre que sabe rir e desfrutar da vida sem drama.

​A Desconstrução do Velho Eu

​Não vou te dizer que esse processo é só flores e arco-íris, porque não é. Para o criador nascer, o personagem antigo precisa morrer, e o ego não gosta nem um pouco de perder o emprego de diretor do drama. Ele vai chiar, vai inventar dores de cabeça, vai trazer memórias antigas de fracasso e vai tentar te convencer de que você é só mais um humano comum e indefeso.

​Deixando Ir as Histórias do Passado

​Uma das coisas mais libertadoras que acontecem quando a gente assume a responsabilidade é que o nosso passado perde o poder de nos definir. Aquela história triste da infância, os relacionamentos que não deram certo, os erros que você cometeu dez anos atrás… tudo isso vira apenas fumaça. Você para de carregar esse saco de pedras nas costas pra justificar as suas limitações atuais.

​”O passado só tem a força que você dá pra ele no momento presente. Se você decide ser um criador agora, o ontem vira apenas um livro de histórias que você já leu e guardou na estante.”

​É fascinante como a gente se apega às nossas próprias misérias pra ganhar a simpatia dos outros. O criador não quer simpatia, ele quer expansão. Ele não quer ninguém passando a mão na cabeça dele dizendo “coitadinho”. Ele prefere dar uma boa risada de si mesmo e mudar a frequência na mesma hora, sem precisar de aprovação de ninguém.

​A Solitude da Maestria

​Caminhar nessa frequência traz uma solitude muito bonita, que é bem diferente da solidão humana que a gente conhece. Você descobre uma completude tão vasta dentro do seu próprio espaço que a necessidade de sugar a energia dos outros simplesmente desaparece. Os seus relacionamentos deixam de ser contratos de dependência mútua e passam a ser encontros de celebração.

​Você não busca mais alguém pra te fazer feliz, porque você já transborda felicidade sozinho. Você não busca um trabalho pra se sentir valorizado, porque o seu valor já é absoluto. Essa postura incomoda muita gente que ainda tá atolada no drama, e tá tudo bem. Deixa eles lá brigando pelas migalhas da aprovação alheia enquanto você saboreia o banquete da sua própria consciência.

​Vivendo a Vida como uma Obra de Arte

​Imagino que agora você esteja olhando pras coisas ao seu redor com outros olhos. Aquela bagunça na sala, aquele boleto pra pagar, aquela conversa atravessada com o vizinho… tudo ganha uma nova cor quando você entende que foi você que desenhou o quadro. A vida deixa de ser um fardo pesado e passa a ser uma grande tela em branco onde você pode pintar o que bem entender.

​O Poder do Momento Presente

​Toda a mágica da criação acontece no agora. A mente humana adora viajar pro futuro, criando ansiedades sobre o que vai acontecer amanhã, ou voltar pro passado, remoendo o que tava feito. Mas o mestre sabe que o único lugar onde a energia pode ser moldada é exatamente aqui, neste segundo, enquanto você lê estas palavras e sente a respiração entrar e sair dos seus pulmões.

​Se você tá focado no agora, não existe medo. O medo é sempre uma projeção de algo que ainda não aconteceu ou a repetição de algo que já passou. Quando você ancora a sua consciência no presente, você percebe que tá tudo perfeito exatamente do jeito que tá. E a partir dessa perfeição, você pode escolher a sua próxima grande aventura na matéria.

​A Alegria Irreverente de Ser Livre

​Para de levar a espiritualidade e a vida tão a sério, tá? O universo não tá te avaliando, não tem nenhum livro de registros anotando os seus pecados e ninguém vai te dar uma nota no final da jornada. Isso aqui é uma grande brincadeira cósmica que a gente inventou pra ver como era a sensação de esquecer quem somos e depois lembrar de repente.

​Dá uma risada desse jogo todo. Sinta o prazer de estar em um corpo físico, de tomar uma água gelada, de caminhar sob o sol e de ver as ilusões do mundo desmoronando diante da sua lucidez. Você é o criador, o espectador e a própria tela. Quando essa verdade se torna o seu oxigênio, a sua vida vira uma festa contínua, onde o único convidado de honra é o seu próprio ser soberano.

O Mecanismo do Bloqueio da Abundância

​A abundância não é um prêmio que o universo dá pra quem se comporta bem, nem um bilhete de loteria cósmica. Ela é simplesmente o fluxo natural da energia servindo ao criador. Quando você diz “Eu Sou o responsável”, você se posiciona como a fonte da energia.

​Mas o que acontece quando você aponta o dedo pra fora e diz que a culpa da sua falta de dinheiro, de saúde ou de alegria é de outra pessoa?

​1. Você Entrega o seu Poder de Criação

​No momento em que você culpa o mercado, o chefe, a sua família ou o seu passado pela sua situação atual, a sua consciência registra a seguinte mensagem: “Aquela pessoa ou situação externa é mais poderosa do que eu”.

Se o lado de fora tem mais poder que você, você acabou de se declarar um coitadinho indefeso. E adivinha? A energia obedece à sua declaração. Ela passa a te tratar exatamente como uma vítima, congelando qualquer fluxo de prosperidade.

​2. A Criação de “Cercas” de Escassez

​Como você mencionou, isso envolve tudo o que você crê. Suas crenças são as ordens de marcha para a energia. Se você cultiva crenças ocultas de que “a vida é difícil”, “não tem o suficiente para todos” ou “eu preciso lutar muito para conseguir um tiquinho”, você está criando cercas na sua realidade.

A abundância tenta chegar até você, mas bate na barreira das suas próprias crenças e volta. O fluxo acaba porque você decretou, através do medo, que ele deveria acabar.

​O Pedágio da Falsa Segurança

​Muitas vezes a mente humana prefere abrir mão da responsabilidade porque isso traz um ganho secundário (e bem ilusório): o conforto de não se sentir culpado. É muito mais fácil ir dormir pensando “Eu não tenho sucesso porque o mundo é injusto” do que encarar o espelho e admitir “Eu estou escolhendo a estagnação porque tenho medo de brilhar”.

​Só que o preço desse “conforto” de apontar culpados é alto demais. O pedágio cobrado é a sua liberdade e a sua carteira cheia. Não dá pra ser uma vítima confortável e um mestre abundante ao mesmo tempo. Você vai ter que escolher um dos dois crachás pra usar.

​A Chave de Volta pro Trono

​Se a abundância sumiu porque você largou o leme, a boa notícia é que ela reaparece no exato segundo em que você assume o comando de volta.

​Não precisa fazer rituais mirabolantes ou passar horas mentalizando barras de ouro. Basta olhar para a sua situação atual — por mais desconfortável ou apertada que ela pareça — respirar fundo e dizer para si mesmo com toda a sua autoridade:

“Eu criei isso aqui. Eu assino a autoria dessa experiência. E como fui eu que montei esse cenário de escassez, eu posso, agora mesmo, escolher abrir as portas para um fluxo completamente novo.”

​Na hora em que você assume a bronca sem drama, sem chicote e com uma boa dose de humor, a energia reconhece o dono da casa. Ela para de se debater e volta a correr limpa, fluida e abundante na sua direção, bem do jeitinho que você merece.

Mauro Martins

"Em minha jornada, bebi de fontes profundas como os ensinamentos de Adamus Saint-Germain e a presença de Sananda (Yeshua), Seth e outros, mas foi na prática do meu dia a dia que essa sabedoria se tornou minha

​"Nesta vida, decidi que certas coisas não teriam preço. Minha música é uma delas. Minha parceria com Yeshua é a outra. Não escrevo aqui para explicar quem somos ou o que fazemos, mas para honrar a força que existe na união de dois homens que sabem quem são. Em um mundo de transações vazias, nós construímos um terreno de confiança absoluta. Ele é o meu parceiro de estrada e de som, o elo que mantém a minha visão clara quando tudo ao redor sugere o contrário. Quem entende a natureza dessa parceria, entende a alma da minha música. O resto é apenas silêncio."

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A liberdade e a sua presença são aquilo que realmente importa e faz tudo se mover.

"Nada é mais radiante do que a alegria de ser quem você é e fazer o que ama; é nesse fluxo que você descobre como a vida se move divinamente.

A Presença Radiante fala com você em cada detalhe desse blog e está totalmente alinhado com a Sabedoria Vedanta

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